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Àwári - Seminário de Cultura Popular de Matrizes Africanas!

Agora você pode inscrever trabalhos de pesquisa acadêmica e artística. Leia o edital aqui e saiba como 

III SEMINÁRIO DE CULTURA POPULAR

DE MATRIZES AFRICANAS

23 a 25 de outubro de 2018

INSCRIÇÕES EM ATIVIDADES

Esta edição do Àwári já terminou. Confira as novidades sobre próximas edições em nossas redes sociais.

facebook.com/grupoewe

SINOPSE DAS OFICINAS

OFICINAS

Dança: Rito e Improviso


Kanzelu Muka

Sinopse:

Propiciar um encontro com aspectos das corporeidades negras por meio do improviso em dança tendo como estimulo as sonoridades e diferentes imagens que evocam a ancestralidade negro-brasileira.

Kanzelu Muka

Bacharela em dança UNICAMP e mestra em Artes (Estética e poéticas cênicas) pela UNESP. É artista e pesquisadora de dança. Integrante e co-fundadora da Nave Gris Cia Cênica. Fez parte da SeráQuê? Cia de Dança (MG), da Cia TeatroDança Ivaldo Bertazzo e E² Cia. de Teatro e Dança. Foi educadora de dança contemporânea em diversos programas culturais em Minas Gerais e São Paulo. Faz parte do Grupo de Pesquisa Terreiro de Investigações Cênicas: Teatro, Brincadeiras, Rituais e Vadiagens (UNESP/SP) e do Fórum Permanente de Danças Contemporâneas: Corporalidades Plurais. É docente da licenciatura em dança da Faculdade Paulista de Artes e na Formação Avançada da Escola Livre de Dança de Santo André.




Compartilhamento do Processo Criativo do Espetáculo "Arquivo Negro - Passos Largos em Caminhos Estreitos"


Cia Pé no Mundo

Sinopse:

Através de jogos de improviso, sequências coreográficas e estudos específicos dentro de códigos estabelecidos, serão compartilhados elementos da pesquisa de linguagem desenvolvida pela Cia Pé no Mundo, durante o processo criativo do espetáculo " Arquivo Negro- Passos Largos em Caminhos Estreitos". Investigação calcada nas possibilidades de diálogo entre as danças afro-brasileiras e a dança contemporânea. Paralelamente ao estudo de prática corporal, serão propostos momentos de leitura, apreciação de vídeos e reflexões sobre o tema abordado no espetáculo.

Cláudia Nwabasili e Roges Doglas: Idealizadores e diretores da Cia Pé no Mundo

Produção: Ana Luiza Arra




Capoeira e Samba de Roda


Coletivo Colérico

Sinopse:

Por meio da partilha do processo de criação do Espetáculo ANANSE, a oficina propõe a confecção de bonecos negros feitos em papel, barbante, fita crepe, lápis e tinturas naturais.

A vivência propõe reflexões sobre as demandas técnicas e político-poéticas mediante a existência do boneco negro em cena, que dentro da linguagem do teatro de formas animadas exigiu demandas que um boneco branco não solicitaria, reflexões sobre sua recepção pelo público, em sua maior parte crianças e adolescente da rede pública de ensino com o boneco também serão levantadas.

ATENÇÃO: ATIVIDADE DE 2 DIAS!

Os participantes deverão estar preferencialmente com roupa preta e deverão trazer fita crepe, jornal, lápis e barbante.

Salomão Polegar, Elis Regina, Mia França (Coletivo Colérico): O Coletivo Colérico é uma companhia teatral que pesquisa o Teatro de Animação. No momento, está em repertório com o espetáculo 'Ananse', desenvolvido através de incentivos do Programa VAI (2017) e VAI II (2018).





VIVÊNCIA

Corpo Narrado, corpo Dançado


Kleber Lourenço

Sinopse:

Quem é o corpo que dança? Que danças habitam a sua história?

Procedimentos e trocas para danças plurais. Re-significar tradições e identidades em busca de uma dança pessoal.





RODA DE CONVERSA

RODA DE CONVERSA: Construção da imagem do negro, arte e política atual


Grupo Ewé

Sinopse:

Discussão coletica sobre a representação do negro na arte e mídia ao longo do tempo e de que forma a arte negra e a própria figura do negro sofrem alterações devido a conjuntura política vigente.

Grupo Ewé: Organizadores do evento, o Grupo Ewé é um grupo de estudos da cultura afro-brasileira para fins artísticos, que reúne bailarinos e artistas diveros, em estudos de danças, músicas, literatura e costumes brasileiros com influência africana. Coordenado e dirigido por Luiz Anastácio, o grupo busca transmitir, através de seus espetáculos, os resultados de seus estudos, almejando o estreitamento do público com cultura afro-brasileira através da inclusão cultural.




Relatos (não tão) pessoais de uma cotista negra ou a importância de diversificar os espaços


Daiane Ciríaco

Sinopse:

Discussões acerca de conceitos como "meritocracia" e relatos de vivências pessoais acerca da implementação da política de cotas, suas implicações, falhas e acertos.

Daiane Ciríaco (IBGE RJ)





PALESTRA

Poesia e Militância: inquietações sobre o Teatro Negro Brasileiro contemporâneo e suas raízes históricas.


Thita Silva

Sinopse:

O que vem a ser o Teatro Negro Brasileiro? Podemos afirmar que o Teatro Negro brasileiro é sempre uma arte militante ou engajada? Caso a resposta seja positiva, o que significa esta afirmação? Como produzir poesia com este fardo pesadíssimo que é o racismo sobre nossas costas? Dizendo de outra forma, é possível equilibrar as preocupações de militância com as preocupações estéticas? Sem a pretensão de apresentar respostas a estas (entre outras possíveis) questões, se propõe a partilha (e a troca) de inquietações a respeito do Teatro Negro Brasileiro e das reflexões sobre as quais se debruçam artistas engajadas/os, como as relações entre pesquisa e atuações artísticas e políticas.

Thita Silva: Professora de Educação Infantil, Atriz e, vez por outra, Pesquisadora.





PALESTRA-OFICINA

Mestre Sala e Porta Bandeira


AMESPBEESP

Sinopse:

Tópicos da Palestra: 1)historia do Mestre Sala & Porta Bandeira & Estandarte no Estado de São Paulo; 2) Advento Amespbeesp.

Oficina: A) Movimentos histórico da Dança; B) Significado dos desenhos Coreográfico da Dança; C) Fantasia e Indumentaria

Duração mínimo 2h.

Ednei Pedro Mariano (Presidente da AMESPBEESP)

Vagner Aneas & Marina Oliveira (Mestre Sala e Porta Bandeira, Diretores da AMESPBEESP)

Jose & Maria (Mestre Sala e Porta Bandeira Crianças)





APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA

Espetáculo: YEBO


Gumboot Dance Brasil

Sinopse:

Yebo é o segundo espetáculo do grupo Gumboot Dance Brasil, criado em 2008 por Rubens Oliveira, ex-professor e integrante da escola e da Companhia Ivaldo Bertazzo. Lá, Rubens teve contato com a gumboot dance através do grupo kova Brothers, da África do Sul, e iniciou uma pesquisa que o levou ao país africano para conhecer a técnica de perto. Neste espetáculo, os músicos Mauricio Oliveira e Keleson Oliveira juntaram-se ao Grupo Gumboot Dance Brasil para fazer a trilha sonora, com direção musical de Alysson Bruno (bandas Alafia, Coletivo Roda Gigante, Batucada Tamarindo), que também é bailarino do grupo.


Gumboot Dance Brasil:


Quem Somos

Direção Geral: Rubens Oliveira
Assistente de Coreografia e Ensaiadora: Priscila Paciência
Direção de Voz e Preparação: Pati Passoni
Direção Musical: Allyson Bruno

Intérpretes: Allyson Bruno, Gilson Celestino,Fredyson Cunha, Inez Pinheiro, Maria Magalhães,Janette Santiago, Leticia Bortoletto, Letícia Taboada, Pati Passoni, Priscila Paciência, Renata Daibes, Washington Gabriel, Vanessa Hassegawa.

Pesquisa Técnica corporal: Rubens Oliveira, Priscila Paciência
Investigação Histórica: Allan Fonseca, Rubens Oliveira
Figurinos e Cenografia: Fredyson Cunha, e Janette Santiago
Coordenação de Produção: Pati Passoni
Comunicação: Pati Passoni e Vanessa Hassegawa
Administrativo e Programação de Ensaios: Maria Magalhães